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quarta-feira, 16 de setembro de 2015
Avante! Revolução...
Ficou sem sentido, perdeu o ritmo
Qual ritmo cantado, sem ser sentido?
Juntem-se de novo, para o recompôr
Não o honraram, e este ficou perdido
O poder popular deixou de ser do povo,
Divisão não faz uma só nação
Dizem que não mais pemitem fracção
E a história ensinou a manter em cada ninho o seu ovo
Era suposto ser eterno, mas esta caduco
Já não pode mais durar este hino quase absurdo
Que honra desfeita e orgulho ferido
O Hino de outrora não mais pode ser mantido
Que se mude a inspiração,
Ou não se pinte a realidade
Reunam-se os 2 e o reescrevam
Comecem por definir "liberdade"
Se não se pôde falar, quanto mais cantar?
E o Hino então deixou de importar
Já não é real, já não condiz com a verdade
Tantas lutas descritas, mas quem afinal são os "povos oprimidos"?
Onde estão as forças progressistas do mundo? " Ah! Vejo que construiram estradas novas!!! "
Oh Manuel, reúna lá seu amigo Rui
E escrevam-no denovo,
Nada de letra que expire e melodia que desafine
Desde o início era suposto ser intemporal
Perdeu a graça nem já tem moral
Avante! Revolução, comecem pelo Hino
Que já se foi da boca desta nação
Recuperem nosso orgulho, Avante Revolução!
\\...\\ :/
T!ka
sexta-feira, 15 de maio de 2015
Como funcionar num país que não funciona
Eis o nome do manual que muito encarecidamente estou desesperada por encontrar.
Tem se tornado muito difícil para mim, viver sem ao menos passar os olhos por este manual, nem que este seja um mini fascículo ou algo que se encaixe nessa minha necessidade.
Em tal manual, espero encontrar tópicos do tipo:
- Como funcionar com empresas públicas que não funcionam num país que não funciona.
- Como funcionar com empresas privadas que não funcionam num país que não funcionam.
- Como funcionam os órgãos do estado num país que não funciona.
- Educação, saúde e saneamento básico. O que são e como obter num país que não funciona.
- Boa governação. Significado do termo num país que não funciona.
E outros tantos tópicos que se aplicassem, com subtopicos respectivamente associados, mais ou menos assim:
- Como funcionar com uma empresa de telecomunicações que não funciona num país que não funciona.
- Como funcionar com processos, num tribunal que não funciona/ serve para processar, por exemplo, tal empresa de telecomunicações.
- Como superar a falta de qualidade de jornalismo, transmissão e manipulação de informação num país que não funciona.
- Como se desenvolve a economia num país que não funciona.
- Distribuição de energia e água. O que significa num país que não funciona.
- Como funcionar sem estar associado a fulano num país que não funciona.
- Como são encontradas e distribuídas as divisas nas instituições bancárias num país que não funciona.
- Importação "restrita" e falta de produção nacional existem num país que não funciona. Como funciona o comércio, ou mesmo, como se come.
(E os meus favoritos)
- Diferença entre crença e religião num país que não funciona
- Definição de retornos, encontrados nas estradas de um país que não funciona.
Um país que não funciona certamente chama ditadura de "República Democrática" , mas ainda assim preciso de um manual que me explique se mesmo não funcionando, este país funciona em sistema de pirâmide, coligação, associação ou árvore genealógica e afins.
Vejo a necessidade de perceber como funciona o "adágio" 'Cada um come onde trabalha' sem prejudicar patrões, empresas e sociedade em geral num país que não funciona.
São tantas questões que queria esclarecidas que nem cabem neste texto, necessitando de tal manual... mas se calhar só preciso de uma singela resposta para a questão "Como viver num país que não funciona?"
Nota: verdade que todos o "menores" num país assim ficam ao sol à espera que um país que funcione olhe por eles, mas à estes eu recomendo outro manual - "Faça você mesmo a lida da sua casa"
//Muito humildemente desliga aqui uma desligada que só precisa de um "knowhow"// :\
sábado, 16 de agosto de 2014
O Opossum
E lá p'ra dois mil e 14 volta um tal de DESliguei!! ao activo... Mas não é sobre isso que vou despejar aqui hoje.Como descrito no título, vou falar sobre o Gambá, um mamífero marsupial que "dizem" ser das Américas.
Não que isso seja um blog educativo, portanto não se pode esperar aqui um texto digno de ser comparado à uma reportagem do NatGeo ou coisa parecida.
O Gambá, "dito" natural das Américas, é conhecido pelo liquido fétido que produz através das glândulas axilares. E é aí que começa a minha dúvida, porque ou a distribuição geográfica do tal bicho está mal registada ou houve movimento de imigração/emigração (segundo as lacunas nas minhas pesquisas a verdadeira origem é incógnita), pois estes são o que não falta nas ruas de Luanda.
É tanto Opossum junto que quase parece praga. Aparentemente o Opossum nacional já descobriu que tal cheiro é uma de suas técnicas de defesa, infelizmente ainda não aprendeu a aplicar a técnica, aplicando-a mal, não diferenciando presa de predador, aplicando-a também àqueles que somente partilham do seu habitat.
O Opossum nacional diferente do das Américas não tem a "cultura" de se fingir de morto, contudo desenvolveu outra cultura, a de se fazer de desentendido... Porque é quase que impossível não se perceber o próprio cheiro.
Segundo o Wikipédia, o Gambá é facilmente confundido com o Cangambá (Difícil acreditar, mas está mesmo no Wikipédia), mas isso também é outra estória.
Concluindo, eis que se trata de um ser de tanta importância que Sandy e Junior, quando mais novos, prestaram homenagem numa canção com um trecho que dizia assim:
" Quando chega o Gambá acaba a festa
Ele é bom, só o cheiro é que não presta"
Realmente, muito poético.
// Já não faço isso há algum tempo, espero não ter perdido o jeito. Mas também quem perde tempo a ler isso?!// :\
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
11 de Novembro... Viva!!
Somos independentes
Um país livre e valente
Viva o 11 de Novembro
Independência, até ao dia presente!
Era bom!
Ganhamos independência, desfizemo-nos do colono, esquecemo-nos de libertar nossas mentes também, essas que permaneceram fiéis e debaixo da ignorância, permitindo-nos destruir logo a seguir postes de luz, placas de identificação de ruas, sinais de trânsito e o resto do patrimônio público, acreditando que destruiriamos com isso a lembrança do colonialismo, esquecemo-nos que este seria então agora nosso patrimônio, quebrando aqui e ali, mas conscientes ou não que nunca fariamos igual ou melhor, esquecemo-nos de usurfruir... E no meio de tudo, viva o povo, que deitou abaixo o que podia , e pouco há que se aproveite. (1975-1989)
Somos uns país independente e ainda assim dependente de empresas distribuidoras de electricidade e água que nos dão o que "achamos" que temos direito, quando bem lhes apetece. Somos independentes, dependendo de uma cunha para um bom ou mesmo um emprego regular. Somos independentes, dependendo de um sistema de saúde pública mísero, que deste só se livra e é independente quem pode pagar, pagando caro para morrer numa clínica privada. Somos independentes, dependendo de uma economia, que todos os dias nos faz pensar no dia de amanhã. Somos independentes, dependendo de um sistema de educação, que dizem este ser já melhorado. Somos (in)dependentes ... E independentemente disso, recuso-me a continuar, não quero chegar na democracia, na liberdade de expressão, na síndrome de Willie Lynch e no resto da nossa independência.
Somos independentes, claro que somos, só não descobrimos ainda em quê! Deixa lá que em 61 foi pior, no entanto, Viva o 11 de Novembro.
//Verdade mesmo, apoderaram-se das minhas teclas, a sério, isto não foi escrito por mim//:\
T!ka
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Netsurfers - Geração Intantáneamente Culta
Hoje vou escrever sobre uma geração cheia de "conhecimento", a geração de Netsurfers.
Sem me vangloriar, feliz e ao mesmo tempo infelizmente, faço parte desta geração, a geração que tudo sabe, tudo conhece, porque tudo procura, pesquisa e encontra, enfim, tudo Googla.
Não somos uma geração apaixonada por leitura, portanto dispensamos mestres mudos, tudo sabemos porque temos sempre a mão instrumentos que nos tornam cultos imediatamente (Refiro-me à Netbooks, Laptops, Handsets, Tablets, etc*), quando ligados a Internet, claro.
Graças a ferramentas como o Google, Wikipédia, Yahoo!Search e outros sites de pesquisa, temos conhecimento sobre muita coisa (excepto os casos em que sabemos muito à proposito de algo por uma semana, devido a horas de pesquisa intensa, e passado um mês não nos lembramos mais da conversa).
Nós os Netsurfers, apesar de sabermos quase tudo, não somos necessáriamente geeks, somos uma geração sociável - conhecemos e fazemos parte de várias redes sociais. Somos uma geração interactiva - temos webcam e compramos online. Somos uma geração com cultura - fazemos downloads, temos Youtube, Metacafe e tal. Somos uma geração poliglota - temos dicionários eficazes. Sabemos quem são os d'hoje e quem foram os d'ontem - dispensamos a História e a Antropologia. Conhecemos todos os lugares e sabemos lá chegar - temos Google Maps e todas as direcções.
Dizem-nos sem essência**? Mas quem precisa de essência quando se tem tecnologia?!
Com todo o prazer, apresentamo-nos, não somos seres cybernéticos, somos gente, somos os Netsurfers.
(*) P'ra quem ainda não tinha percebido, felizmente o DESliguei!!! também é p'rós lerdos!!
(**) L, um recadinho do DESliguei!!! com carinho.
//Vão me desculpar, mas hoje estou mesmo desligada, perdi-me a meio do percurso, a ideia era criticar, acho eu!!// :\
T!ka
domingo, 30 de outubro de 2011
Reflexões Atiradas P'ró Lixo VII
"Em miúda sempre temi crescer, porque sempre pensava assim:«Quem cresce, envelhece. Quem envelhece morre.»
Hoje temo crescer, porém conformada penso:
«Crescer é relativo. Envelhecer é estado de espírito. Morrer é inevitável»"
T!ka
"Você que fazer alguém desistir de algo que esta pessoa queira muito, mas que nada tenha haver com ela? Motive-a a seguir em frente, que cedo ou tarde, ela aprenderá e desistirá por sí mesma. Isto resulta na perfeição!"
T!ka
"Os pais deviam ser mais sinceros com os filhos, ao falarem com relação ao Pai Natal, à Fada do Dentes e ao Coelhinho da Páscoa. Por exemplo no caso do Pai Natal, a falta de abertura por parte dos pais, faz com qua as crianças confundam o Bom Velhinho com o Sport Billy"
T!ka (//Isto nunca deveria ter saído do lixo//:\)
"Procuram pela essência da nossa geração? Melhor esquecer, vendê-mo-la a geração passada, para das mãos dela comprar-mos tecnologia."
Miss Lacrymosa (a.k.a Leilinha)
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Ela... A Vida!!
A Vida acontece num pingo, numa sílaba
Numa conversa desesperada
Do múrmurio à explosão maldita
Acontece num impulso, ao respirar
Numa gargalhada, num acordar
Acontece de mil maneiras
Na forma do dia, na hora da forma
Com e sem brincadeiras
A Vida acontece num grito sofrido
No aperto sentido, no choro profundo
Num coro, num mundo
Esta, a Vida...
Que acontece, que vive, vivida
A Vida, a Vida
A mesma contada e cantada
Na estrofe da letra, partida e repartida
Por Mim, por Vós, direi - por Nós
A Vida, que acontece hoje
Num tempo atroz
Aconteceu ontem, e quem sabe depois...
Bonita, com Vida
Mentida, seguida, sofrida
Acontece num sorriso
Num olhar, no despertar d'outra Vida
Da nascença feliz a infância falída
Num livro, num tilintar...
No balançar do barco levado neste mar... a Vida!
//Daqui a dias ainda penso que posso escrever uma Bossa// :\
T!ka
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Há Vida... Nas Redes Sociais!!!
Realmente, há vida nas redes sociais, tanta vida que mal abro o Facebook (Um grande consultório) consigo saber da vida de metade da minha lista de contactos. E o Twitter, Orkut e amigos também não ficam atrás. Não posso agradecer as redes socias pela fofoca fornecida à borla, agradeço antes aos seus usuários que fornecem informação mais que necessária, aposentando muito jornalista metido a detective, e até os próprios detectives em sí.
Mas a questão aprofunda-se no seguinte, porque cargas d'água vou eu (e o mundo) querer saber que você acordou as 9h, que está a mesa, vai comer uma omeleta feita por sí e está atrasado(a) para sei lá aonde? Ou então, que hoje está muito cansado(a), só lhe apetece dormir (a próposito, não me parece que seja verdade, porque você ainda tem tempo de postar isso) e ainda assim tem ou não um convite para sair e está indeciso(a) (e ainda pergunta se as pessoas acham que deva ir) ? Ou melhor ainda, que você quer sair à procura de uma esquina onde vendam gelados de múcua, porque está com uma ressaca maluca, sente a cabeça pesada, e é isso que lhe apetece, porque a noite anterior se transformou num dia pesado, e ainda pergunta quem lhe pode indicar um lugar (Sinceramente, eu acho que um hangover de verdade, o(a) impederia de abrir os olhos e ir postar isso)?
Que mania absurda é esta, de postar toda, ou melhor, grande parte de sua vida nas redes sóciais? Ninguém quer saber se você agora vai sair, comer ou dormir! Ou então, já que já se habituou, não se esqueça de postar também suas visitas a casa de banho, com direito a relato e tudo bem detalhado e já agora relate também quando for p'ra cama com alguém, sem esquecer de postar o número de orgasmos.
E isso ainda não é nada perto das frases como "Bem me tinham dito, os homens são todos iguais" rematando com um "Novamente Solteira", ou a versão masculina "Antes só que mal acompanhado, solteirissímo da Silva". Mas quem é o ser vivente sem vida, que você pensa que parou de viver a espera de ler isso um dia? Sinceramente, acho que tem havido uma pequena confusão por parte das pessoas, as redes sóciais como o Facebook não são consultores amorosos, não fazem o papel da melhor amiga ou da vizinha Joaquina (Aquela a quem se corre a pedir conselhos) e não, não são transmissores de recados. A menos que sejam e ninguém me tenha dito nada.
Quer que certa pessoa saiba que você não gostou de algo que lhe foi dito ou feito? Se você se lembrar do velho e bom SMS, use-o, o resto do mundo não precisa de saber do vosso problema. Quer desabafar o mal que alguém lhe fez, chame o Fulano, o Cicrano e o Beltrano e desabafe, que mais ninguém deve saber. Agora, se quizer gritar aos 4 ventos que você está Solteiro(a), vá a Dstv e peça para adicionar uma propaganda na Globo, tipo "Fulano(a) de Tal, agora, Solteiro(a)", ou continue mesmo no Facebook, no Twitter e no resto.
Já faz tempo que tenho lidado com isso, e há algum tempo que tenho me segurado para não postar sobre isso no blog, lembrando que já fiz muito comentário desagrádavel a custa disso.
Portanto só para finalizar, essa cena é toda muito bonita e tal, mas vamos fingir que temos cenas mais importantes a fazer, e que quase não nos sobra tempo para tanta parvoíce!!
//Eheheheheh, agora como se nada fosse vou fazer uma auto análise, porque o que bate mesmo é criticar os outros sem mostrar uma atitude diferente// :\
T!ka
domingo, 2 de outubro de 2011
As Minhas Aventuras - À Caça Do Avescruz De Bira-Bira
As Minhas Aventuras - O Jalampo
Iniciando uma série sobre minhas inumeras aventuras, não podia começar de outra forma senão apresentando um ser muito presente e activamente participativo nestas aventuras, meu companheiro: Jalampo.
Jalampo, este mítico personagem do Raio Que O Parta, meu fiel e indespensável amigo – Errr, eu e o Jalampo somos como a porca e o parafuso (Sem duplo sentido, somos machos!!), a chávina e o pires, a linha e a agulha (Que foi? Foram as únicas comparações de que me lembrei!). Somos inseparáveis. Mal me recordo do dia em que o conheci, lembro-me vagamente que foi na Floresta dos Alguidares (Porque ele farta-se de me recordar que foi lá), no meio daquelas cascatas de água colorida, havia uma reunião de seres, comemoravamos a “Irmãvera”, e dentre tanto ser destacava-se Jalampo, na sua forma curta e arredondada, olhos esbugalhados, aquele tom de amarelo, ora queimado ora pálido, e as duas coisas que mais o caracterizam: o chifre na bochecha direita (Que ele até hoje tenta me fazer crer que é um dente) e aquele trazeiro brilhante e aceso (Que acredito piamente ser a razão de seu nome, penso ser uma adaptação de Pirilampo). Muito enfadonho, contava estórias dramática, que faziam o pessoal partir o côco a rir, sobre as mortes trágicas de familiares seus muito próximos. Não sei como nos tornamos amigos, mas sei que depois disso nunca mais nos separamos, a menos que o almoço lá em casa seja sopa de Pêra cabeluda e na hora de dormir, felizmente (Ele além de ressonar, exala odores estranhos quando dorme)! Fora isso, nunca nos separamos.
O Jalampo, O Glitter da minha varinha mágica (repito, maxissimos!!!), sabe-me todos os segredos, apesar de não perceber 98,73% das vezes o que é um segredo, e perguntar-me vezes sem conta para que serve um. Sempre que me quer contar um segredo seu, pergunta-me se me pode contar “uma verdade de verdade”. Sim, ele é assim um bocado estúpido, coisa pela qual tenho que o perdoar todos os dias, afinal o erro foi meu, de o ter adoptado como animal de esti... digo, amigo.
Bem, e agora que já o apresentei, posso começar então a contar as nossas interminavéis e “muito crediveis” aventuras.
Deste ser, que até tem qualquer coisa p’ra dizer,
O Pomco-Porbo
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
2012 o ano final do mundo?!
Num belo final de tarde de domingo, estava com os meus amigos em casa a arrumar e a conversar sobre como foi, é e será a nossa vida. Eis que surge, do nada, uma pergunta enigmática numa simples e interessante reportagem fornecida pelo programa da TV: 2012 o ano final do mundo?!
De onde surgiu esta informação já sabemos a TV, Jornais, Internet, Revistas e outros meios de comunicação têm veiculado a origem deste assunto regularmente e nestes últimos dias intensificaram-se os debates quanto a esta pergunta, mas qual a ideia por traz desta questão? Porquê os meios de comunicação veiculam tanto esta informação? Para nos ajudar a entender estas perguntas é necessário saber se há registos de informações do género no passado e o que elas realmente significaram.
No final da década de 90, a sociedade especulava devido tanto sofrimento e carência de informação, que o mundo acabaria no ano de 2000, a entrada do novo milénio. Criou-se enorme expectativa para essa transição de ano, onde o Surreal tomou nossa mente com pensamentos de dor, sofrimento, dificuldade, e muitas outras coisas…, um labirinto enigmático de maldades que culminava com a Morte. Mas enquanto o mundo prestava atenção ao suposto final do Mundo na transição para o novo milénio, o que aconteceu naquele século aos Líderes daquela época em que se vivia?
Naquele século os Estados Unidos da América fortaleceu-se, a Inglaterra sofreu com doenças e guerras, na Europa ocorreu a 1ª e 2ª Guerra Mundial, houve a Independência de Ex-Colónias, Sobrevivemos de uma Guerra Fria, instalou-se inúmeras Guerras Civis entre irmãos de Litosfera, descobriu-se o VIH – SIDA e aumentou em escala exponencial o número de Câncer, Fome e Miséria no Mundo.
O Mundo sofria, vivia aos prantos e dor. No final do ano de 1999, eis que surge a solução dos problemas do Mundo. A Inglaterra e os Estados Unidos de América não apenas “supostamente” diagnosticam o problema, criam a técnica de combate para O Terrorismo.
O óbvio aconteceu, o Mundo não acabou a Morte não ceifou a Vida apenas aquele Sistema de coisas velho cessou e reformulou-se. Implantaram em nossa mente que é “possível” usar o Mal para realizar o Bem, tornara o Errado “logicamente” Certo e o Mau “aparentemente” virou Bom. Qual a relação histórica deste acontecimento com o que viveríamos no ano de 2012? O que eles pretendem novamente com esta, se realmente é, especulação?
Hoje vivemos o ano de 2011 incrivelmente um ano antes do eventual final do Mundo. Adicionaram “ideais” positivos as guerras centralizadas e regionais, os desastres e catástrofes aumentaram, a Natureza sofre e reage. Este Sistema de coisas já é antigo, esta táctica perdeu a validade. As massas têm adquirido cada vez mais conhecimento.
Àqueles que devido o tempo e o imprevisto não puderam enquadra-los no antigo Sistema de coisas, estão tentando a base da força, rebelião e intimidação ajustar seus passos consoante o ritmo ditado por Eles.
Falso conceito de globalização é a nova técnica de manipulação. Pretendem ganhar o nosso voto de confiança. Mostram um abstracto caminho Certo para Vida com Paz e que só Eles dirigem para a Verdade, apenas Eles guiam o Mundo para o Amor na sua Plenitude.
Pretendem incutir que têm a solução saudável, agradável e melhor para as consequências do problema do Mundo. Envolvem-nos com um mundo capitalista, excitando o desejo dos olhos, da carne e a ostentação para moldarem nosso modo de vida. Ensinaram-nos que apenas Eles sabem ser, estar e viver felizes, prosperar e progredir.
A História já nos deu inúmeras provas de que o homem domina o homem para seu próprio prejuízo. Apesar de “lógico” o Errado não é o caminho verdadeiro para chegar-se ao Certo, o Mau não é “sincero” para considerar-se Bom e é “impossível” usar o Mal para realizar o Bem.
Saudável é viver o Bem para que o Mal não se propague mais, o agradável torna-se Bom quando é temperado com sinceridade e o Amor é o único caminho verdadeiro para chegar-se ao Certo, Amor traz a Paz que a Vida oferece.
Agradeço à Deus e desejo que tudo ocorra segundo a Sua vontade.
Obrigado ao Edy Flávio Santos Quaresma e Ceres António Lenga!
Ajudam a diagnosticar as técnicas, compreender as causas e dar solução as consequências nesta sociedade onde o diferente é maluco, obcecado ou viciado.
Eu sou maluco mas prefiro viver neste meu Mundo doido do que ser moldado por um sistema que não há ganho apenas perca, aonde só se piora e raramente se melhora, onde simplesmente morro e nada de Vida.
Assim o Mundo caminha a passos largos para a destruição deste Sistema de coisas.
Criado por YuBumblebee
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Música Auto-Destrutiva
sábado, 2 de julho de 2011
Calão ou Invensão (A Maior de Facto!)
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Amor de Verão
Do Verão sai a cor
E a beleza de cada flor...
Que não saiba disso a Primavera,
À qual é atribuída esta proeza
De colorir sua estação
E acalentar todo o coração
Que do Inverno não teve noção,
E congelou por falta de perdão...
Este também desconhecia o Outono,
Quando fez sofrer seu dono
Ao se perder de amores numa (anterior) estação...
E foi só mais um... amor de Verão.
// Culpa do NEREIDA que começou com esta mania dos poemas pá!! Até já me quero comparar à Camões!!// :\\
T!ka
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Chupar, Lamber... Tomar, Comer
Para as mentes poluídas, façam o favor de devolver estes olhos às respectivas órbitas porque isso até me deixa constragida, é óbvio que também não tem nada haver com "isso".
Há anos que as pessoas se têm complicado com a dúvida: "Come-se ou Chupa-se o gelado?"
Segundo a minha experiência como degustadora do doce em questão e no meu humilde conhecimento da Língua Portuguesa, eu diria que "Lambe-se o gelado!" (o que pode ser só o meu caso, claro) e/ou até "Trinca-se o gelado". Aos apologistas de que o certo é chupar o gelado, peço atenção, favor reavaliarem o conceito do verbo Chupar, já que este é também aplicado à pallhinhas, ranho, etc. e talvez não se aplique no caso do gelado. Quanto à comer, é possivel que alguns o façam, mas por serem uma minoria, acho melhor descartar log está opção.
Outra grande dúvida, gira em torno da sopa, do leite e do chá. O que é que se come, bebe ou toma?
Eu sinceramente tanto tomo como como a sopa. Tanto tomo como bebo chá e/ou leite (mas como já disse acima, pode ser que seja só o meu caso), portanto não tenho achado o problema com o uso de ambos os termos, já que bem ou mal, estamos mesmo a practicar a acção.
Verdade é que é só perca de tempo andarmos p'ra aí a atentar p'ra isso, quando a boca que é a real participante da acção nunca se pronunciou a discutir a sua real actividade.
E digo mais, se um cidadão de expressão inglesa vier me dizer que os morangos chupam-se, eu vou automaticamente aceitar, porque pode ser que enquanto nós comemos morangos eles podem perfeitamente Suck (on a) straw|berry.
//Se era p'ra dar nisso, mais valia não ter escrito nada// :\
T!ka
terça-feira, 24 de maio de 2011
Efeitos de 2011, 21º Dia de Maio
Á quem encontrar (se estiver vivo)
Escrevo esta carta num momento de muita ânsia, já que o mundo termina amanhã.
Isto é mais como um testamento, mas temo não ter a quem deixar os meus bens, já que a maioria vai subir comigo amanhã, mas mesmo assim não custa nada tentar.
Só me ocorre mesmo agora que os bens num testamento são direccionados à pessoas especificas, mas como já disse, se a maioria vai subir comigo, volto então a estaca 0, portanto acho que endereçar os ditos bens ao "ti", assim ao encontrar esta carta, a pessoa saberá que se refere a ela, ou melhor, assim quando encontrares esta carta saberás que é p'ra ti.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Hoje, Só Verdades!!
Pois é, começo este post com uma "verdade" em pleno dia "1 das mentiras".
Na verdade, nada mais justo do que enfatizar algo que faz parte do nosso quotidiano, já que grande parte do que é importante na sociedade, tem direito a um dia no calendário para ser comemorado. Com a mentira não é diferente, sem desculpas que no Dia das Mentiras é válido mentir, porque mentira é mentira todos os dias, tal como mulher é mulher todos os dias e não, só no dia 8 de Março, como pai é pai todos os dias e não, só no dia 19 de Março, e por aí vai... Não é nada com que não se conviva diariamente.
Se ainda não deu p'ra perceber aonde quero chegar, sem mais rodéios (até porque, não há cá touros), vou directo ao ponto, quero falar sobre a importância da mentira (este seria o título ideal p'ro post, mas fiquei com medo disso afastar um certo grupo, politicamente correcto, do blog). Sim, importância da mentira, porque se não fosse importante, não teria um dia alusivo a ela - talvéz depois de se notar a importância da mentira se dê mais valor a verdade. Ela é importante por ser uma peça activa no nosso quotidiano, porque ninguém é 100% sincero ou verdadeiro, por mais que tente, o Ser humano é mentiroso, mente por tudo e por nada, mente p'ra enfatizar e mente por omissão, até por gentileza e educação as vezes ele acha necessário mentir - É código de conduta.
Agora, Imagine-se acordar um dia e dizer: - Hoje, só falo verdades!!!. Você toma esta decisão e segue - você decidiu dizer só verdades, então não vale omitir pensamentos, tudo tem de ser dito....
Você chega p'ra sua sogra e:
- P'rá quê depilar esse bigode, porque isso aí não é um busso, já é bigode mesmo, não depile, porque se busso não fosse bom, o organismo não permitiria que crescesse.
P'ró patrão:
- Chefe, eu já ando farto disto, o Sr. é um 0 a esquerda, expressa-se mal, escreve tal qual fala e um gajo tem que andar aqui a corrigir erros inadmissíveis!!
P'ra mulher:
- Oh filha tú és linda, se te dissessem que és parecida a bruxa da tua mãe até seria ofensa!!
P'ró marido:
- P'rá quê que precisas que te faça o almoço, se consegues manter esta pança só com cerveja?!!
No minímo, o que pode acontecer é você terminar este dia separado, desempregado, rasgado, despenteado e com um ou os 2 olhos roxos... Tudo por ter tomado uma decisãozinha... É aí onde se vê também o valor da verdade...
Depois disso quero ver alguém discordar que a mentira é importante e que merece sim um dia alusivo a ela... (Excepto o tal grupo a que me referi mais cedo, claro!)
//Também só escrevi, sabe-se lá também não é verdade?!! Mas a ideia do dia das verdades não me sai da cabeça!!// :\
T!ka
segunda-feira, 7 de março de 2011
(Ab)Normal Being (Tristes Episódios)
CASO 1:
No elevador: (Vou escrever a conversação em inglês tal como aconteceu.)
Ia a entrar p'ró elevador e acabei por partilha-lo com alguém que ia coincidentemente para o mesmo andar que eu...
Pessoa: Hi
T!ka: Hi!
P: How you doin'?
T!ka: Fine, thanks!
P: You're talkin' to Thabo...
T!ka: ...
P: ... so, what's ya name?
T!ka: ... You must be mistaken, 'cuz I wasn't talkin' to you!!
//... É tough!!!// :\
CASO 2:
Em casa:
Depois de prepararmos um almoço mais que perfeito...
T!ka: Fizeste um optimo trabalho!
P: Obrigada!!
T!ka: Logo vi que só mesmo obrigada, porque de livre vontade não fazias!!
//... Eu avisei que eram episódios tristes// :\
CASO 3:
No carro:
A mexer no telemóvel, muito alheia a conversa que estava a acontecer...
P: ... E não falas nada?
T!ka: Ahmn?
P: Mas que é que tanto fazes com esse telefone na mão?
T!ka: Falo com as pessoas!!
//Pois..!!// :\
CASO 4:
No shopping:
Aquela situação do quotidiano em que se encontra gente que não se vê há muito e tal...
P: Wow, tú 'tás assim?! 'Tás tão grande!!
T!ka: ... (Pois é, e nestes anos todos podias ter aprendido a mentir melhor!!)
//Gozar com a altura alheia é indelicado!! Eheh// :\
CASO 5:
Na loja:
Ia na fila p'rá pagar e...
P: Next!
T!ka: Hi!
P: Hi!
T!ka: May I have a 55 Vodacom, please?
P: Ok... So, what's your name?
T!ka: Is it part of the purchasin' process?
P: ...
//... O problema deve ser o nome!// :\
Até a proxima, vou viver um coxe mais a ver se trago p'rá aqui mais casos!
T!ka
sábado, 5 de março de 2011
Criolo Luso I
sábado, 19 de fevereiro de 2011
A Tristeza De Camões
Parece que até os donos da Língua têm concordado connosco quanto a dificuldade da mesma, já que passeando pelo Google, podem-se encontrar imagens como estas:
| (Isto provavelmente é petisco para acompanhar com serveija,) |
![]() |
| (It's all about business!!) |
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| (Por 5 Euros, até nem sai caro...) |
Mas como já disse acima, ainda assim não somos os únicos, já que os nossos companheiros de Língua, Sul Americanos, também têm dado o seu contributo, e provas disso são muito mais frequentes no Google que dos anteriores:
| (Eu é que não comia nem bebia isso, nem que me obrigassem!!) |
| (Lá isso é verdade!!) |
| (Põe Felisidade nisso!!!) |
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| (...) |
||INICIANDO AGORA A SÉRIE "CRIOLO LUSO"||





