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sábado, 16 de agosto de 2014

O Opossum



E lá p'ra dois mil e 14 volta um tal de DESliguei!! ao activo... Mas não é sobre isso que vou despejar aqui hoje.

Como descrito no título, vou falar sobre o Gambá, um mamífero marsupial que "dizem" ser das Américas.
Não que isso seja um blog educativo,  portanto não se pode esperar aqui um texto digno de ser comparado à uma reportagem do NatGeo ou coisa parecida.

O Gambá, "dito" natural das Américas, é conhecido pelo liquido fétido que produz através das glândulas axilares. E é aí que começa a minha dúvida, porque ou a distribuição geográfica do tal bicho está mal registada ou houve movimento de imigração/emigração (segundo as lacunas nas minhas pesquisas a verdadeira origem é incógnita), pois estes são o que não falta nas ruas de Luanda.

É tanto Opossum junto que quase parece praga. Aparentemente o Opossum nacional já descobriu que tal cheiro é uma de suas técnicas de defesa, infelizmente ainda não aprendeu a aplicar a técnica, aplicando-a mal, não diferenciando presa de predador, aplicando-a também àqueles que somente partilham do seu habitat.

O Opossum nacional diferente do das Américas não tem a "cultura" de se fingir de morto, contudo desenvolveu outra cultura, a de se fazer de desentendido... Porque é quase que impossível não se perceber o próprio cheiro.

Segundo o Wikipédia, o Gambá é facilmente confundido com o Cangambá (Difícil acreditar, mas está mesmo no Wikipédia), mas isso também é outra estória.

Concluindo, eis que se trata de um ser de tanta importância que Sandy e Junior, quando mais novos, prestaram homenagem numa canção com um trecho que dizia assim:

" Quando chega o Gambá acaba a festa
 Ele é bom, só o cheiro é que não presta"

Realmente, muito poético.


// Já não faço isso há algum tempo, espero não ter perdido o jeito.  Mas também quem perde tempo a ler isso?!// :\



quinta-feira, 10 de novembro de 2011

11 de Novembro... Viva!!



      Somos independentes
      Um país livre e valente
      Viva o 11 de Novembro
      Independência, até ao dia presente!

Era bom!
Ganhamos independência, desfizemo-nos do colono, esquecemo-nos de libertar nossas mentes também, essas que permaneceram fiéis e debaixo da ignorância, permitindo-nos destruir logo a seguir postes de luz, placas de identificação de ruas, sinais de trânsito e o resto do patrimônio público, acreditando que destruiriamos com isso a lembrança do colonialismo, esquecemo-nos que este seria então agora nosso patrimônio, quebrando aqui e ali, mas conscientes ou não que nunca fariamos igual ou melhor, esquecemo-nos de usurfruir... E no meio de tudo, viva o povo, que deitou abaixo o que podia , e pouco há que se aproveite. (1975-1989)

Somos uns país independente e ainda assim dependente de empresas distribuidoras de electricidade e água que nos dão o que "achamos" que temos direito, quando bem lhes apetece. Somos independentes, dependendo de uma cunha para um bom ou mesmo um emprego regular. Somos independentes, dependendo de um sistema de saúde pública mísero, que deste só se livra e é independente quem pode pagar, pagando caro para morrer numa clínica privada. Somos independentes, dependendo de uma economia, que todos os dias nos faz pensar no dia de amanhã. Somos independentes, dependendo de um sistema de educação, que dizem este ser já melhorado. Somos (in)dependentes ... E independentemente disso, recuso-me a continuar, não quero chegar na democracia, na liberdade de expressão, na síndrome de Willie Lynch e  no resto da nossa independência.  

Somos independentes, claro que somos, só não descobrimos ainda em quê! Deixa lá que em 61 foi pior, no entanto, Viva o 11 de Novembro.


//Verdade mesmo, apoderaram-se das minhas teclas, a sério, isto não foi escrito por mim//:\

T!ka

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Netsurfers - Geração Intantáneamente Culta

Hoje acordei burra, portanto resolvi escrever sobre "gente" inteligente. Não, não esperem ler sobre Einstein, Da Vinci, muito menos sobre Newton. Vou escrever sobre gente que superou as ciências e a alquimia, entra em qualquer assunto e fala com maestria, que possui instrumentos mais eficazes que varinhas de condão. Não são bruxos, nem génios, tornam-se cultos e informados instantáneamente.
Hoje vou escrever sobre uma geração cheia de "conhecimento", a geração de Netsurfers.

Sem me vangloriar, feliz e ao mesmo tempo infelizmente, faço parte desta geração, a geração que tudo sabe, tudo conhece, porque tudo procura, pesquisa e encontra, enfim, tudo Googla.
Não somos uma geração apaixonada por leitura, portanto dispensamos mestres mudos, tudo sabemos porque temos sempre a mão instrumentos que nos tornam cultos imediatamente (Refiro-me à Netbooks, Laptops, Handsets, Tablets, etc*), quando ligados a Internet, claro.

Graças a ferramentas como o Google, Wikipédia, Yahoo!Search e outros sites de pesquisa, temos conhecimento sobre muita coisa (excepto os casos em que sabemos muito à proposito de algo por uma semana, devido a horas de pesquisa intensa, e passado um mês não nos lembramos mais da conversa).

Nós os Netsurfers, apesar de sabermos quase tudo, não somos necessáriamente geeks, somos uma geração sociável - conhecemos e fazemos parte de várias redes sociais. Somos uma geração interactiva - temos webcam e compramos online. Somos uma geração com cultura - fazemos downloads, temos Youtube, Metacafe e tal. Somos uma geração poliglota - temos dicionários eficazes. Sabemos quem são os d'hoje e quem foram os d'ontem - dispensamos a História e a Antropologia. Conhecemos todos os lugares e sabemos lá chegar - temos Google Maps e todas as direcções.

Dizem-nos sem essência**? Mas quem precisa de essência quando se tem tecnologia?!
Com todo o prazer, apresentamo-nos, não somos seres cybernéticos, somos gente, somos os Netsurfers.  


(*) P'ra quem ainda não tinha percebido, felizmente o DESliguei!!! também é p'rós lerdos!!
(**) L, um recadinho do DESliguei!!! com carinho.

//Vão me desculpar, mas hoje estou mesmo desligada, perdi-me a meio do percurso, a ideia era criticar, acho eu!!// :\

T!ka

domingo, 30 de outubro de 2011

Reflexões Atiradas P'ró Lixo VII

"Em miúda sempre temi crescer, porque sempre pensava assim:
«Quem cresce, envelhece. Quem envelhece morre.»
Hoje temo crescer, porém conformada penso:
«Crescer é relativo. Envelhecer é estado de espírito. Morrer é inevitável»"

T!ka


"Você que fazer alguém desistir de algo que esta pessoa queira muito, mas que nada tenha haver com ela? Motive-a a seguir em frente, que cedo ou tarde, ela aprenderá e desistirá por sí mesma. Isto resulta na perfeição!"

T!ka


"Os pais deviam ser mais sinceros com os filhos, ao falarem com relação ao Pai Natal, à Fada do Dentes e ao Coelhinho da Páscoa. Por exemplo no caso do Pai Natal, a falta de abertura por parte dos pais, faz com qua as crianças confundam o Bom Velhinho com o Sport Billy"

T!ka  (//Isto nunca deveria ter saído do lixo//:\)


"Procuram pela essência da nossa geração? Melhor esquecer, vendê-mo-la a geração passada, para das mãos dela comprar-mos tecnologia."

Miss Lacrymosa (a.k.a Leilinha)

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Ela... A Vida!!



A Vida acontece num pingo, numa sílaba
Numa conversa desesperada
Do múrmurio à explosão maldita
Acontece num impulso, ao respirar
Numa gargalhada, num acordar

Acontece de mil maneiras
Na forma do dia, na hora da forma
Com e sem brincadeiras

A Vida acontece num grito sofrido
No aperto sentido, no choro profundo
Num coro, num mundo

Esta, a Vida...
Que acontece, que vive, vivida

A Vida, a Vida
A mesma contada e cantada
Na estrofe da letra, partida e repartida
Por Mim, por Vós, direi - por Nós

A Vida, que acontece hoje
Num tempo atroz
Aconteceu ontem, e quem sabe depois...
Bonita, com Vida
Mentida, seguida, sofrida

Acontece num sorriso
Num olhar, no despertar d'outra Vida
Da nascença feliz a infância falída
Num livro, num tilintar...
No balançar do barco levado neste mar... a Vida!


//Daqui a dias ainda penso que posso escrever uma Bossa// :\

T!ka